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como funciona memoria virtual
10 07 2008A memória virtual é uma parte comum na maioria dos sistemas operacionais dos computadores pessoais. Ela traz um grande benefício para os usuários a um preço bem acessível.
Neste artigo, aprenderemos o que é exatamente uma memória virtual, qual a sua finalidade e como configurá-la para obter um melhor desempenho.
A maioria dos computadores possui uma grande quantidade de memória disponível para uso da CPU (veja Como funciona a memória RAM para mais detalhes). Infelizmente, nem sempre essa quantidade de memória é suficiente para rodar de uma só vez todos os programas requisitados.
| Mais memória no computadorAqui estão outros artigos que trazem informações sobre memória do computador: |
Se você tivesse que carregar o sistema operacional, um programa de e-mail, um navegador e um processador de texto simultaneamente dentro da memória RAM, 128 megabytes não seriam suficientes. Se não houvesse a memória virtual, quando toda a RAM disponível fosse preenchida seu computador provavelmente diria a você: “desculpe, mas você não pode carregar mais nenhum aplicativo. Por favor, feche um dos programas abertos para poder abrir um novo”. Com a memória virtual, o computador pode procurar por áreas da RAM que não foram usadas recentemente e copiá-las para o disco rígido. Isso liberará espaço na RAM para carregar um novo aplicativo.
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Devido a essa cópia acontecer automaticamente, você nem percebe o que está acontecendo. É como se sua máquina tivesse espaço de RAM ilimitado, mesmo que só disponha de 128 megabytes instalados. Isso também traz grande benefício econômico, uma vez que esse espaço no disco rígido é muito mais barato do que os chips da memória RAM.
A velocidade de leitura/escrita de um disco rígido é muito mais lenta do que a da RAM, e sua tecnologia não é ajustada para acessar pequenas quantidades de dados de cada vez. Se o seu sistema depende muito da memória virtual, você notará uma queda significativa no desempenho. A chave é ter RAM suficiente para lidar com tudo isso simultaneamente assim, o único momento em que a lentidão da memória virtual é observada é quando existe uma pequena pausa na mudança de tarefas. Quando é este o caso, a memória virtual é perfeita.
Mas quando não é este o caso, o sistema operacional terá que trocar constantemente informação entre a RAM e o disco rígido. Isso é chamado de thrashing (degradação), e pode deixar seu computador incrivelmente lento.
A área do disco rígido que armazena a memória RAM é chamada de arquivo de paginação (page file). Ela armazena páginas da RAM no seu disco rígido, e o sistema operacional move os dados sucessivamente entre o arquivo de paginação e a RAM. Em uma máquina com o Windows instalado, o arquivo de paginação usa a extensão .swp.
A seguir você irá ver como configurar a memória virtual em um computador.
Configurando a memória virtual
O Windows 98 (e as versões seguintes) é um exemplo típico de um sistema operacional que possui memória virtual. O Windows 98 apresenta um gerenciador de memória virtual inteligente que usa uma configuração padrão para auxiliar o Windows a alocar espaço no disco rígido para a memória virtual à medida que é necessário. Para a maioria dos casos, isso soluciona as necessidades do usuário, mas pode ser que você queira configurar manualmente a memória virtual, especialmente se você tiver mais que um disco rígido físico ou aplicações críticas quanto a velocidade de processamento.
Se você quiser configurar manualmente a sua memória virtual, abra a janela do “Painel de Controle” (Control Panel) e clique duas vezes no ícone “Sistema” (System). A caixa de diálogo do sistema se abrirá. Clique na guia “Performance” (performance) e então clique no botão “Memória Virtual” (Virtual Memory).
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Selecione a opção que diz, “Deixar que eu especifique minhas próprias configurações de memória virtual” (Let me specify my own virtual memory settings). Isso fará com que as opções abaixo da instrução se tornem ativas. Clique na lista ao lado de “Disco Rígido:” para selecionar o disco rígido no qual quer configurar a memória virtual. Uma dica é dividir igualmente a memória virtual entre os discos rígidos físicos que você tem.
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Na caixa “Mínimo:”, entre com a menor quantidade de espaço que deseja usar para a memória virtual do disco rígido especificado. As quantidades são em megabytes. Para o drive “C:”, o mínimo deve ser 2 megabytes. O número “Maximo:” pode ser o de sua escolha, mas um possível limite máximo é de duas vezes o espaço físico da RAM. Por padrão estas versões do Windows normalmente configuram este campo com uma quantidade de 12 megabytes acima da quantidade física da RAM. Para que o novo ajuste tenha efeito, feche a caixa de diálogo e reinicie seu computador.
A quantidade de espaço do disco rígido a ser alocada para a memória virtual é importante. Se você alocar pouco espaço, receberá mensagens de erro como “Sem Memória”. Se for preciso continuar aumentando o tamanho da memória virtual, provavelmente o seu sistema está lento e acessa constantemente o disco rígido. Nesse caso, você deve pensar em comprar mais RAM para manter a razão entre a RAM e a memória virtual em cerca de 2:1. Alguns aplicativos requerem um grande espaço de memória virtual, mas não a acessam muito. Nesse caso, grandes arquivos de paginação funcionam bem.
Um truque que pode melhorar o desempenho da memória virtual, especialmente se grande quantidade for necessária, é configurar os tamanhos máximo e mínimo do arquivo de memória virtual de forma idêntica. Esse procedimento força o sistema operacional a alocar o arquivo de paginação inteiro quando você inicia a máquina, evitando que ele tenha de aumentá-lo enquanto os programas estão sendo executados, melhorando assim o desempenho. Muitos aplicativos de vídeo fazem esta recomendação para evitar pausas enquanto estão escrevendo ou lendo informações entre o disco rígido e a fita.
Um outro fator que influencia o desempenho da memória virtual é o local do arquivo de paginação. Se o seu sistema possui vários discos rígidos físicos (não confunda com várias partições do disco rígido), você pode dividir o trabalho entre eles fazendo paginações menores em cada disco. Essa simples modificação acelerará significativamente qualquer sistema que faz um uso demasiado da memória virtual.
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Cartões de memória flash removíveis
10 07 2008Enquanto o sistema BIOS do seu computador continua sendo a forma mais comum de memória flash, os aparelhos com armazenamento de dados removíveis estão se tornando cada vez mais populares. Os cartões SmartMedia, Secure Digital Card (SD) e CompactFlash são bastante conhecidos como “filmes eletrônicos” para câmeras digitais. Outros produtos de memória flash removíveis incluem o Memory Stick, da Sony, os cartões de memória PCMCIA e cartões de memória para sistemas de videogame como o PlayStation da Sony. Iremos nos concentrar no SmartMedia e no CompactFlash. Porém, a idéia principal de cada um desses produtos é a mesma: todos são simples formas de memória flash.
Há muitas razões para se usar memória flash em vez de um disco rígido:
- a memória flash é silenciosa;
- permite acesso rápido;
- é pequena em tamanho;
- é leve;
- não tem partes removíveis.
Então, por que não usamos a memória flash para tudo? Porque o custo por megabyte para um disco rígido é muito mais barato e a capacidade é muito maior.
SmartMedia
![]() <!– Photo courtesy –>Cartão SmartMedia |
O cartão flexível de estado sólido (SSFDC), mais conhecido como SmartMedia, foi originalmente desenvolvido pela Toshiba.
O cartão SmartMedia está disponível em capacidades que variam de 2 MB a 128 MB. Ele é muito pequeno, aproximadamente 45 mm de comprimento, 37 mm de largura e menos de 1 mm de espessura.
Como mostrado abaixo, o cartão SmartMedia é distinto em sua simplicidade. Um eletrodo plano é ligado ao chip de memória flash por condutores elétricos. O chip de memória flash, o eletrodo plano e os condutores elétricos são incrustados em uma resina, usando uma técnica chamada over-molded thin package (OMTP). Isso permite que tudo seja integrado a um único pacote, sem precisar ser soldado.
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O OMTP é colado ao cartão de base para criar a placa real. A energia e os dados são carregados por um eletrodo no chip de memória flash quando o cartão é inserido no aparelho. Um entalhe no canto indica qual é a energia necessária para usar o cartão SmartMedia. Observando o lado do eletrodo, descobre-se a energia necessária. Se o entalhe estiver do lado esquerdo, o cartão precisa de 5 volts. Se estiver do lado direito, ele requer 3,3 volts.
O SmartMedia apaga, escreve e lê a memória em pequenos blocos (incrementos de 256 ou 512 bytes). Isso significa que são rápidos e de desempenho confiável, além de lhe permitir especificar qual dado você deseja manter. Os cartões são pequenos, leves e fáceis de usar. São menos rígidos do que as outras formas de armazenamento sólido, portanto devem ser manuseados com cuidado.
CompactFlash
O cartão CompactFlash é um cartão que foi desenvolvido pela Sandisk em 1994, e é diferente dos cartões da SmatMedia por duas importantes razões:
- é mais compacto;
- utiliza um chip de controle.
O CompactFlash consiste em um pequeno circuito eletrônico com chips de memória flash e um chip de controle dedicado, encaixados em uma embalagem rígida e muitas vezes mais compacta que o SmartMedia.
Como mostrado abaixo, os cartões CompactFlash tem 43 mm de largura, 36 mm de comprimento e podem ter dois tipos de espessuras: Tipo I – com 3,3 mm ou Tipo II – com 5,5 mm.
![]() <!– Photo courtesy –>Cartão Compact Flash |
Os cartões CompactFlash suportam duas voltagens e operam entre 3,3 e 5 volts.
O aumento da espessura do cartão permite o aumento da capacidade de armazenamento, maior que a do cartão SmartMedia. Os tamanhos do CompactFlash variam entre 8 MB e 6 GB. O controle interno pode aumentar o desempenho, principalmente de aparelhos com processadores lentos. A embalagem e o chip de controle aumentam o tamanho, o peso e complexidade do CompactFlash quando comparado ao SmartMedia.<!–
More Memory!
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Padrões de memória
Tanto o SmartMedia quanto o CompactFlash, assim como os cartões de memória PCMCIA Tipo I e II, aderem ao padrão desenvolvido pela Associação Internacional de Cartões de Memória de Computadores Pessoais (PCMCIA) (em inglês). Devido a esses padrões é fácil usar os produtos SmartMedia e CompactFlash em uma grande variedade de aparelhos. Você ainda pode comprar adaptadores para acessar estes cartões através de um disco de disco flexível, porta USB ou slot de cartão PCMCIA (como os que existem em laptops). O Memory Stick da Sony está disponível na grande maioria dos produtos oferecidos pela empresa e já vem aparecendo em produtos de outras fábricas.
Embora os padrões estejam florescendo, há muitos produtos de memória flash completamente instalados “in natura” como, por exemplo, os cartões de memória dos videogames. Porém, é bom saber que, à medida que os componentes eletrônicos começam a aumentar sua interatividade e se comunicar uns com os outros a partir de tecnologias como o bluetooth, a memória removível permitirá a você manter seu mundo ao alcance das mãos.
Em setembro de 2006, a Samsung anunciou o desenvolvimento da PRAM (phase-change random access memory). Este novo tipo de memória é necessário para combinar a rápida velocidade de processamento de dados da RAM com as funções não-voláteis da memória flash, tendo a expressão “RAM perfeita” como apelido. A PRAM supostamente será uma memória 30 vezes mais rápida do que a memória flash convencional e terá vida útil 10 vezes maior. A Samsung tem planos de fazer o primeiro chip PRAM entrar no mercado em 2010, com capacidade de 512 Mb. Eles provavelmente serão usados em telefones celulares e outros aparelhos móveis.
Para mais informações sobre a memória flash, outras formas de memória de computadores e outros assuntos relacionados, veja os links na próxima página.
| Mais memória |
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Tunelamento e apagamento
10 07 2008Tunelamento e apagamento
Tunelamento é o processo usado para alterar a localização dos elétrons na porta flutuante. Uma tensão elétrica, normalmente de 10 a 13 volts, é aplicada à porta. A corrente chega pela coluna, ou bitline, entra na porta flutuante e é drenada para a terra.
Essa corrente faz com que o transistor da porta flutuante aja como um canhão eletrônico (em inglês). Os elétrons excitados são impulsionados e atravessam a fina camada de óxido, dando a ela uma carga negativa. Essa negatividade faz com que os elétrons se transformem numa barreira entre as portas de controle e flutuante. Um circuito especial, chamado sensor de células, monitora o nível de carga que passa pela porta flutuante. Se a corrente que passa pela porta for maior do que 50% da carga, ela tem o valor 1. Quando a carga ficar abaixo do percentual mínimo de 50%, o valor passa para 0. Uma EEPROM vazia tem todas as portas totalmente abertas, dando a cada célula o valor 1.
<!– Figure 1 –>
Os elétrons das células do chip de memória flash podem voltar ao normal (“1″) através da aplicação de um campo elétrico, uma alta tensão. A memória flash usa um circuito para aplicar o campo elétrico em todo o chip ou em seções pré-determinadas, conhecidas como blocos. Isso apaga a área escolhida do chip, que pode ser regravada. A memória flash é muito mais rápida do que uma tradicional memória EEPROM porque, ao invés de apagar um byte por vez, apaga um bloco ou o chip inteiro e o regrava.
Você pode achar que o rádio do seu carro tem memória flash, afinal, você pode programar os ajustes de estação e o rádio “lembrará” deles. Mas, na verdade, ele está usando a memória Flash RAM. A diferença é que a Flash RAM precisa ter uma fonte de energia para manter o seu conteúdo, enquanto a memória flash mantém seus dados sem nenhuma fonte externa de energia. Mesmo que você tenha desligado o rádio, ele continua puxando corrente para preservar os dados na Flash RAM. É por isso que o rádio perde a memória das configurações se a bateria do seu carro acaba ou os cabos são desconectados.
<!–In the following sections, we will concentrate on removable Flash memory products. To learn more about basic input/output system (BIOS), please read the next article in this series, How BIOS Works.–>
| Mais memória |
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como funciona memoria flahs
10 07 2008introdução
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A memória eletrônica adquire várias formas e serve para vários propósitos. A memória flash é usada para armazenamento rápido e fácil de dados em equipamentos, como câmeras digitais e videogames. É mais usada como disco rígido que como memória RAM. Na verdade, a memória flash é considerada um dispositivo de armazenamento de estado sólido. Estado sólido significa que não há partes móveis (tudo é eletrônico, em vez de mecânico).
Aqui estão alguns exemplos de memória flash:
- o chip da BIOS do seu computador;
- CompactFlash (encontrado freqüentemente em câmeras digitais);
- SmartMedia (encontrado freqüentemente em câmeras digitais);
- Memory Stick (encontrado freqüentemente em câmeras digitais);
- cartões de memória PCMCIA Tipo I e Tipo II (usado como disco de estado sólido em laptops);
- cartões de memória para videogames.
Neste artigo, descobriremos como funciona a memória flash, seus tipos e os aparelhos que a usam.
| Mais memória |
<!–
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Conceitos básicos de memória Flash
A base tecnológica da memória flash é discutida no artigo Como funciona a memória ROM, porém aqui vai um rápido resumo:
A memória Flash é um chip EEPROM (electrically erasable programmable read-only memory, ou memória apenas de leitura programável e apagável eletricamente). Ela possui uma grade de colunas e linhas que tem uma célula com dois transistores em cada interseção (veja a imagem abaixo).
<!– Figure 1 –>Os dois transistores são separados um do outro por uma fina camada de óxido. Um dos transistores é conhecido como porta flutuante e o outro é a porta de controle. A única ligação da porta flutuante com a linha, ou wordline, é através da porta de controle. À medida em que essa ligação é feita, a célula tem valor 1. Para mudar o valor para 0, há um curioso processo chamado tunelamento de Fowler-Nordheim. Este processo será discutido a seguir.
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aprendendo a formatar
6 07 2008![]() Grupo: Selado Win9x Posts: 5.690 <!– Registrado: 25-February-03 –>De: Ponta Grossa, PR <!– Membro N°: 25.395 –> |
Muitas vezes, por algum motivo – como um problema de difícil solução, por exemplo – temos a necessidade de remover todos os arquivos e configurações do computador, reinstalar o Windows e assim começar um novo uso do computador.
Outro motivo para a formatação e reinstalação do Windows seria substituir a versão atual do Windows por uma mais recente – caso o usuário queira uma instalação “limpa” ao invés de uma atualização – ou até mesmo uma versão mais antiga. Em ambos os casos, o procedimento para reinstalar o Windows é idêntico, bastando apenas fazer pequenas adaptações ao caso. Aqui aprenderemos como fazer tudo isso, passo-a-passo. Apesar de ser um procedimento que leva um certo tempo para ser concluído, tudo é muito simples, como veremos de agora em diante. Usaremos como base neste tutorial o Windows 98 embora os procedimentos também se apliquem ao Windows 95 e Me. Para outras versões do Windows, consulte os links que se encontram no fim deste tutorial. 1. O que é necessário Antes de dar início ao procedimento, é necessário possuir os itens a seguir, caso contrário não será possível realizar a reinstalação do Windows:
2. Formatação do HD Uma vez concluído do backup de todos os seus arquivos insira o Disco de inicialiação do Windows na unidade de disquete e reincie o computador. Ao invés de abrir o Windows, o computador será inicializado através do disquete, se estiver corretamente configurado para isso. Você terá as seguintes opções:
Escolha a primeira, digitando o número corresponte e tecle ENTER. Aguarde até que a inicialização esteja concluída e atente para o momento em que a letra da unidade de CD-ROM for informada, pois você a usará mais adiante. Para dar inicio à formatação do HD digite: CODE
FORMAT C:
Tecle ENTER e um pedido de confirmação aparecerá. Confirme e o procedimento será iniciado. Nesse momento os dados do HD começam a ser excluídos. Aguarde até o final (pode demorar dependendo da capacidade do disco rígido). Assim que a formatação estiver concluída, será solicitado um nome para o HD recém-formatado. O nome é opcional e fica a seu critério. 3. Instalando o Windows Insira o CD de instalação do Windows na unidade de CD e digite os comandos a seguir – substitua x: pela letra da sua unidade de CD, que foi informada durante a inicialização via disquete: CODE
x:
CD win98 INSTALAR A instalação do Windows começará. O processo é autoexplicativo, portanto não será necessário detalhar aqui como proceder. Basta ler as informações exibidas na tela e fazer o que for pedido. Em determinado ponto da instalação será solicitado que você digite a Product Key do Windows. Além disso, durante a instalação o computador será reiniciado várias vezes. Concluída a instalação a área de trabalho será exibida e o seu computador está quase pronto para o uso. Falta agora instalar os Drivers, que permitem que os períféricos de seu computador (vídeo, som, rede, modem etc) funcionem corretamente. 4. Drivers de dispositivo Os drivers de dispositivo são arquivos responsáveis por informar ao Windows quais dispositivos de hardware (placas, unidades de disco e afins) você tem no seu computador e como eles devem funcionar. São essenciais para que você possa ouvir os sons, obter uma imagem com todas as cores possíveis e conectar-se à Internet. Em computadores antigos, o Windows detecta todos os dispositivos (ou sua maioria) e instala os drivers automaticamente no momento da instalação do Windows. Já em computadores mais novos é necessário instalar os drivers manualmente. A instalação dos drivers requer o CD-ROM fornecido junto com o computador pelo fabricante ou vendedor e caso você tenha algum dispositivo instalado separadamente (uma placa de vídeo, por exemplo), também precisará do CD ou disquete fornecido com esse dispositivo. Esses CDs possuem um aplicativo que instala os drivers automaticamente, bastando apenas o usuário executar esse aplicativo e seguir as instruções exibidas na tela. Caso você não possua o CD ou disquete com os drivers, terá de localizá-los na internet e instalá-los manualmente, muitas vezes sem a ajuda de algum aplicativo que automatize a instalação. Os artigos a seguir explicam como proceder nesse caso:
Após concluir essas etapas, basta restaurar o seu backup e o Windows estará pronto para ser usado novamente. Tutorial criado por _Lucas_ exclusivamente para o Fórum do BABOO. Veja também:
quen quiser me add no orkut >http://www.orkut.com.br/Home.aspx?hl=pt-BR&tab=w0 |
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RAM dinâmica
6 07 2008Semelhante a um microprocessador, um chip de memória é um circuito integrado (CI), feito de milhões de transistores e capacitores. Na forma mais comum de memória de computador, a memória de acesso aleatório dinâmico (DRAM), um transistor e um capacitor são unidos para criar uma célula de memória, que representa um único bit de dados. O capacitor mantém o bit de informação: um 0 ou um 1 (veja Como funcionam os bits e os bytes para mais informações sobre bits). O transistor age como uma chave que permite ao circuito de controle no chip de memória ler o capacitor ou mudar seu estado.
Um capacitor é como um pequeno balde capaz de armazenar elétrons. Para armazenar um 1 na célula de memória, o balde é preenchido com elétrons. Para armazenar um 0, ele é esvaziado. O problema com o balde do capacitor é que ele tem um vazamento. Em questão de poucos milésimos de segundos, um balde cheio fica vazio. Portanto, para a memória dinâmica funcionar, a CPU ou o controlador de memória tem de carregar todos os capacitores mantendo um 1 antes que eles descarreguem. Para isto, o controlador de memória lê a memória e então grava nela de volta. Esta operação de atualização (mais conhecida como refrescamento) acontece automaticamente, milhares de vezes por segundo.
O capacitor em uma célula de memória DRAM é como um balde furado.
Ele precisa ser refrescado periodicamente ou descarregará para 0
O nome DRAM vem desta operação de refrescamento. A memória DRAM tem de ser refrescada de forma dinâmica, constantemente, ou perde o que está guardando. O aspecto negativo de todo esse refrescamento é que leva tempo e deixa a memória lenta.
As células de memória são gravadas em uma pastilha de silício em uma série de colunas (bitlines) e linhas (wordlines). O cruzamento de um bitline e um wordline constitui o endereço da célula de memória.
Nesta figura, as células vermelhas representam os 1s e as células brancas representam os 0s.
Na animação, uma coluna é selecionada e então as linhas são carregadas para gravar os dados na coluna específica.
A memória DRAM funciona enviando uma carga através da coluna apropriada (CAS) para ativar o transistor de cada bit na coluna. Ao gravar, as linhas contêm o estado que o capacitor deve assumir. Ao ler, um amplificador de sinal, determina o nível de carga no capacitor. Se for maior que 50%, ele o lê como um 1, caso contrário, ele o lê como um 0. Um contador guarda a seqüência de refrescamento baseado na ordem na qual as linhas foram acessadas. A duração de tempo necessária para fazer tudo isso é tão curta que é expressada em nanosegundos (bilionésimos de um segundo). Um chip de memória de 70 ns leva 70 nanosegundos para ler e recarregar completamente cada célula.
As células de memória sozinhas seriam inúteis se não houvesse alguma maneira de obter e inserir informações nelas. As células de memória têm uma estrutura inteira de apoio composto por outros circuitos especializados. Esses circuitos realizam funções como:
- identificar cada linha e coluna (selecionar o endereço da linha e selecionar o endereço da coluna);
- manter atualizada a seqüência de refrescamento (contador);
- ler e rearmazenar o sinal de uma célula (amplificador de sinal);
- dizer a uma célula se deve levar uma carga ou não (habilitador de gravação);
Outras funções do controlador de memória abrangem uma série de tarefas como identificação do tipo, velocidade e quantidade de memória e a verificação de erros.
Semelhante a um microprocessador, um chip de memória é um circuito integrado (CI), feito de milhões de transistores e capacitores. Na forma mais comum de memória de computador, a memória de acesso aleatório dinâmico (DRAM), um transistor e um capacitor são unidos para criar uma célula de memória, que representa um único bit de dados. O capacitor mantém o bit de informação: um 0 ou um 1 (veja Como funcionam os bits e os bytes para mais informações sobre bits). O transistor age como uma chave que permite ao circuito de controle no chip de memória ler o capacitor ou mudar seu estado.
Um capacitor é como um pequeno balde capaz de armazenar elétrons. Para armazenar um 1 na célula de memória, o balde é preenchido com elétrons. Para armazenar um 0, ele é esvaziado. O problema com o balde do capacitor é que ele tem um vazamento. Em questão de poucos milésimos de segundos, um balde cheio fica vazio. Portanto, para a memória dinâmica funcionar, a CPU ou o controlador de memória tem de carregar todos os capacitores mantendo um 1 antes que eles descarreguem. Para isto, o controlador de memória lê a memória e então grava nela de volta. Esta operação de atualização (mais conhecida como refrescamento) acontece automaticamente, milhares de vezes por segundo.
O capacitor em uma célula de memória DRAM é como um balde furado.
Ele precisa ser refrescado periodicamente ou descarregará para 0
O nome DRAM vem desta operação de refrescamento. A memória DRAM tem de ser refrescada de forma dinâmica, constantemente, ou perde o que está guardando. O aspecto negativo de todo esse refrescamento é que leva tempo e deixa a memória lenta.
As células de memória são gravadas em uma pastilha de silício em uma série de colunas (bitlines) e linhas (wordlines). O cruzamento de um bitline e um wordline constitui o endereço da célula de memória.
Nesta figura, as células vermelhas representam os 1s e as células brancas representam os 0s.
Na animação, uma coluna é selecionada e então as linhas são carregadas para gravar os dados na coluna específica.
A memória DRAM funciona enviando uma carga através da coluna apropriada (CAS) para ativar o transistor de cada bit na coluna. Ao gravar, as linhas contêm o estado que o capacitor deve assumir. Ao ler, um amplificador de sinal, determina o nível de carga no capacitor. Se for maior que 50%, ele o lê como um 1, caso contrário, ele o lê como um 0. Um contador guarda a seqüência de refrescamento baseado na ordem na qual as linhas foram acessadas. A duração de tempo necessária para fazer tudo isso é tão curta que é expressada em nanosegundos (bilionésimos de um segundo). Um chip de memória de 70 ns leva 70 nanosegundos para ler e recarregar completamente cada célula.
As células de memória sozinhas seriam inúteis se não houvesse alguma maneira de obter e inserir informações nelas. As células de memória têm uma estrutura inteira de apoio composto por outros circuitos especializados. Esses circuitos realizam funções como:
- identificar cada linha e coluna (selecionar o endereço da linha e selecionar o endereço da coluna);
- manter atualizada a seqüência de refrescamento (contador);
- ler e rearmazenar o sinal de uma célula (amplificador de sinal);
- dizer a uma célula se deve levar uma carga ou não (habilitador de gravação);
Outras funções do controlador de memória abrangem uma série de tarefas como identificação do tipo, velocidade e quantidade de memória e a verificação de erros.
Semelhante a um microprocessador, um chip de memória é um circuito integrado (CI), feito de milhões de transistores e capacitores. Na forma mais comum de memória de computador, a memória de acesso aleatório dinâmico (DRAM), um transistor e um capacitor são unidos para criar uma célula de memória, que representa um único bit de dados. O capacitor mantém o bit de informação: um 0 ou um 1 (veja Como funcionam os bits e os bytes para mais informações sobre bits). O transistor age como uma chave que permite ao circuito de controle no chip de memória ler o capacitor ou mudar seu estado.
Um capacitor é como um pequeno balde capaz de armazenar elétrons. Para armazenar um 1 na célula de memória, o balde é preenchido com elétrons. Para armazenar um 0, ele é esvaziado. O problema com o balde do capacitor é que ele tem um vazamento. Em questão de poucos milésimos de segundos, um balde cheio fica vazio. Portanto, para a memória dinâmica funcionar, a CPU ou o controlador de memória tem de carregar todos os capacitores mantendo um 1 antes que eles descarreguem. Para isto, o controlador de memória lê a memória e então grava nela de volta. Esta operação de atualização (mais conhecida como refrescamento) acontece automaticamente, milhares de vezes por segundo.
O capacitor em uma célula de memória DRAM é como um balde furado.
Ele precisa ser refrescado periodicamente ou descarregará para 0
O nome DRAM vem desta operação de refrescamento. A memória DRAM tem de ser refrescada de forma dinâmica, constantemente, ou perde o que está guardando. O aspecto negativo de todo esse refrescamento é que leva tempo e deixa a memória lenta.
As células de memória são gravadas em uma pastilha de silício em uma série de colunas (bitlines) e linhas (wordlines). O cruzamento de um bitline e um wordline constitui o endereço da célula de memória.
Nesta figura, as células vermelhas representam os 1s e as células brancas representam os 0s.
Na animação, uma coluna é selecionada e então as linhas são carregadas para gravar os dados na coluna específica.
A memória DRAM funciona enviando uma carga através da coluna apropriada (CAS) para ativar o transistor de cada bit na coluna. Ao gravar, as linhas contêm o estado que o capacitor deve assumir. Ao ler, um amplificador de sinal, determina o nível de carga no capacitor. Se for maior que 50%, ele o lê como um 1, caso contrário, ele o lê como um 0. Um contador guarda a seqüência de refrescamento baseado na ordem na qual as linhas foram acessadas. A duração de tempo necessária para fazer tudo isso é tão curta que é expressada em nanosegundos (bilionésimos de um segundo). Um chip de memória de 70 ns leva 70 nanosegundos para ler e recarregar completamente cada célula.
As células de memória sozinhas seriam inúteis se não houvesse alguma maneira de obter e inserir informações nelas. As células de memória têm uma estrutura inteira de apoio composto por outros circuitos especializados. Esses circuitos realizam funções como:
- identificar cada linha e coluna (selecionar o endereço da linha e selecionar o endereço da coluna);
- manter atualizada a seqüência de refrescamento (contador);
- ler e rearmazenar o sinal de uma célula (amplificador de sinal);
- dizer a uma célula se deve levar uma carga ou não (habilitador de gravação);
Outras funções do controlador de memória abrangem uma série de tarefas como identificação do tipo, velocidade e quantidade de memória e a verificação de erros.
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Tags: RAM dinâmica
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Introdução
6 07 2008A memória RAM (Random Access Memory) é a forma mais conhecida de memória de computador. A memória RAM é considerada de “acesso aleatório” porque é possível acessar diretamente qualquer célula da memória se você conhece a linha e a coluna que cruzam essa célula.
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O oposto da memória RAM é a memória de acesso serial (SAM). A memória SAM armazena dados como uma série de células de memória que podem somente ser acessadas seqüencialmente (como uma fita cassete). Se o dado não está na localização atual, cada célula da memória é verificada até que os dados necessários sejam encontrados. A memória SAM funciona muito bem para buffers de memória, onde os dados são normalmente armazenados na ordem em que serão usados (um bom exemplo é a memória buffer de textura em uma placa de vídeo). Os dados RAM, por outro lado, podem ser acessados em qualquer ordem.
Neste artigo, você vai aprender tudo sobre o que é a memória RAM, que tipo deve comprar e como instalá-la.
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Mais memória!
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Tags: memoria ram
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